Chiquinha Gonzaga é uma das mais significativas representantes da cultura brasileira.
Com seu temperamento forte e irreverente, foi a primeira pianista de choro, autora da marchinha carnavalesca Ô Abre Alas e a primeira mulher a reger uma orquestra em nosso país.
Num período de efervescência cultural, surgem diversos gêneros musicais nacionais como o tango brasileiro, o maxixe e o choro. Este é o momento responsável por alargar as fronteiras da nossa identidade nacional.
E seu pioneirismo e independência incomodam, sofre preconceito da elite, que tem como paradigma a música européia e não aceita essa nova manifestação musical. Pra piorar é uma mulher, o que é inaceitável para a época que uma mulher pudesse trabalhar e sustentar-se, sobretudo numa atividade que nem sequer é reconhecida como profissão, própria de boêmios e vagabundos.
Com seu temperamento forte e irreverente, foi a primeira pianista de choro, autora da marchinha carnavalesca Ô Abre Alas e a primeira mulher a reger uma orquestra em nosso país.
Num período de efervescência cultural, surgem diversos gêneros musicais nacionais como o tango brasileiro, o maxixe e o choro. Este é o momento responsável por alargar as fronteiras da nossa identidade nacional.
E seu pioneirismo e independência incomodam, sofre preconceito da elite, que tem como paradigma a música européia e não aceita essa nova manifestação musical. Pra piorar é uma mulher, o que é inaceitável para a época que uma mulher pudesse trabalhar e sustentar-se, sobretudo numa atividade que nem sequer é reconhecida como profissão, própria de boêmios e vagabundos.
Como todo grande artista, Chiquinha realiza projetos paralelos à música e envolve-se nas causas abolicionista e republicana além de participar ativamente nos festivais artísticos destinados a arrecadar fundos para a Confederação Libertadora, que se encarrega da compra de alforrias. Neste cenário o cinema surge como a novidade da vez e companhias de teatro buscam dinamizar os espetáculos, realizando sessões a preço de cinema.
Chiquinha passa a musicar peças. Uma delas, intitulada Forrobodó - se passa num baile da Cidade Nova, bairro pobre do Rio. Os personagens populares, coisa inusual na época tornam-se sucesso absoluto, atingindo 1500 apresentações. As músicas do espetáculo ficam conhecidas e são cantadas por toda a cidade. É um dos maiores sucessos de toda a história do teatro de revista do Brasil!
Cada vez que suas obras musicais eram executadas nos teatros, ela considerava ser justo receber uma parcela do que era arrecadado, pois entendia que sua música era tão importante e gerava tanto sucesso quanto o texto apresentado.
Em uma viagem a Berlim, encontra numa loja uma série de partituras suas reproduzidas sem seu consentimento. Indignada, inicia a luta pelos direitos autorais.
A partir daí em 1916, o Congresso Nacional aprova uma lei sobre propriedade artística e literária e, em 1917, Chiquinha funda a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT), onde encontra-se seu arquivo pessoal.
Chiquinha passa a musicar peças. Uma delas, intitulada Forrobodó - se passa num baile da Cidade Nova, bairro pobre do Rio. Os personagens populares, coisa inusual na época tornam-se sucesso absoluto, atingindo 1500 apresentações. As músicas do espetáculo ficam conhecidas e são cantadas por toda a cidade. É um dos maiores sucessos de toda a história do teatro de revista do Brasil!
Cada vez que suas obras musicais eram executadas nos teatros, ela considerava ser justo receber uma parcela do que era arrecadado, pois entendia que sua música era tão importante e gerava tanto sucesso quanto o texto apresentado.
Em uma viagem a Berlim, encontra numa loja uma série de partituras suas reproduzidas sem seu consentimento. Indignada, inicia a luta pelos direitos autorais.
A partir daí em 1916, o Congresso Nacional aprova uma lei sobre propriedade artística e literária e, em 1917, Chiquinha funda a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT), onde encontra-se seu arquivo pessoal.



